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Fine red wine, light and fresh, red berries with notes of pepper, some violet and mineral background evidence.rerfePPPody well balanced and Perfect balance between fruit and wood.

Ideal with any type of daily western, Mediterranean or oriental food, white or red meat, fish, pasta, grilled, baked or cooked.

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Award Vale da MURTA red IG Lisboa

2006

  • Rev. Néctar Junho/Julho 2008 – 88 pontos
  • Rev. BlueWine 2008 – 15,5 pontos
  • Rev. Vinhos 2008 – 16 pontos + Medalha Boa Compra 2008

2007

  • Guia Rui Falcão 2011 – 14.5 valores

2008

  • Guia Rui Falcão 2011 – 15 valores
  • João Paulo Martins 2011 – 15 valores
  • Revista Vinhos Os melhores de 2011 – Premio Boa compra

2009

  • CNV 2011 – Medalha Prata
  • CNV 2012 – Medalha Mérito

2011

  • IWC 2014 – Medalha Prata/Silver
  • Robert Parker Dec.2013 – 88 pts with comments “The 2011 Touriga Nacional & Syrah Murta was aged in used oak for one year. The Syrah dominates slightly this year – 60% of the blend – and it is obvious on the nose and palate, with those familiar earthy nuances and touches of bacon fat. Quite crisp, this is a wine with modest mid-palate concentration and a laid back feel, but a fresh, food-friendly aspect as well. The acidity gives it a juicy finish. The winery estimates a 10 year aging potential, and that seems about right, but I wouldn’t be surprised if it does a bit better. The question will be whether the fruit keeps up with the structure. It is approachable now, but a year or so in the cellar wouldn’t hurt. Drink now-2022.”

Terroir único constituído de calcário e marga orientado a sul e sudoeste, é protegida dos ventos atlânticos por uma cordilheira de montes, originando vinhos de frescura refinada

A Quinta da Murta está retirada dos olhares pelas suaves colinas calcárias da região de Bucelas. Localiza-se a cerca de 25 km, para Norte de Lisboa, na bacia Lusitânica, cujos solos datam do período Jurássico. O solo é composto por margas calcárias e calcários cristalinos, com numerosas presenças de fosseis como trigónia, ostras e bivalves vários como os buchotrigonia freixialensis e anchispirocyclina lusitânica. Tudo isto contribui para uma refinada mineralidade, com notas de concha e uma subtileza arredondada do vinho.

A vinha está plantada nas encostas altas, a 250 metros de altitude. Orientada a sul e sudoeste, é protegida dos ventos atlânticos por uma cordilheira de montes. A área goza de um microclima muito específico. Húmido e relativamente frio no inverno e durante as noites, contrastando com dias quentes e secos durante o verão. Tudo isto contribui para uma maturação lenta, mas perfeita que retém a frescura do oceano atlântico.

Uma viticultura tradicional onde se privilegia a bio-dinâmica

Antes da plantação da vinha, há mais de 20 anos atrás, o solo calcário encontrava-se ocupada por arbustos com bagas de murta. O solo foi mexido a 2 metros de profundidade, esterco de cavalo e vaca foram espalhados e enterrados antes do plantio.

A vinha é cultivada naturalmente numa área protegida com respeito à biodiversidade da fauna e flora. Plantada com uma baixa densidade de plantas (4.000 plantas / há) é podada duas vezes, uma durante o inverno e outra na primavera. Usa-se o cordão Royat bilateral como sistema de condução escolhido. Adubação orgânica e irrigação gota a gota, são reduzidas ao seu nível mais baixo e é usado um sistema de controlo integrado de pragas, privilegiando sempre biodinâmica, permitindo a colheita de alta qualidade e uva aromática a um baixo rendimento de 6t/ha.

Processos de enologia e maturação muito específicos, tudo realizado na propriedade para a melhor revelação dos constituintes da fruta, da sua frescura e da complexidade dos sabores

A colheita é manual e feita em pequena caixa de 25 kg no melhor ponto de maturação, nas parcelas menos expostas ao sol, de forma a conseguir os mais indicados níveis de acidez, açúcar e complexidade aromática, seguido por uma separação delicada das uvas evitando podres ou verde, ao qual se segue um suave desengace e esmagamento.

O vinho é elaborado, em exclusivo, de uma seleção cuidada de uvas da casta Touriga Nacional. Após um contacto pelicular a frio, que retira componentes de cor e aroma das peliculas, o mosto resultante fermenta durante cerca de 3 semanas a baixas temperaturas a fim de potenciar a enorme riqueza aromática contida na casta. Seguindo o método tradicional “método champenoise”, no qual o gás é conseguido pela segunda fermentação em garrafa, o degorgement é manual e ocorre depois de um prolongado estágio de um ano e meio “sur lie”. Todos os processos de vinificação e maturação utilizados vão no sentido de conseguir vinhos espumantes com elevada complexidade, profundidade dos sabores e obtenção das mais finas bolhas.

Quinta da MURTA: Um nome

Apelidado de príncipe dos vinhos Portugueses, em Bucelas produz-se o mais afamado branco seco do país, recorrendo à casta Arinto que foi cultivada e desenvolvida pelos Romanos há mais de 2000 anos. Os marinheiros da caravela S. Gabriel celebraram com vinho de Bucelas o seu regresso a Portugal, depois da descoberta do caminho marítimo para a India.

No tempo de Shakespeare, Bucelas tornou-se popular em Inglaterra, principalmente na corte. Na peça “Henry VI” escrita por Shakespeare em 1594, o “copo de Charneco” que o dramaturgo ofereceu a um dos seus personagens na peça, era vinho de Bucelas.

Additional Information

Tipo Vinho

Tinto

Segmento

Os Grandes

Vai bem com...

Oriental Food, Mediterranean Food, White Meat, Red Meat, Fish, Pasta, Grilled

Tamanho Garrafa

0,75L

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